a gente fala e fala e fala e celebra a comunicação one-to-one, o citizen journalism, conteúdo gerado pelo usuário, o peopleware, user empowerment, etc. etc. etc. mas… será que estamos sendo tão humanos e cidadãos quanto deveríamos ser?
ouça uma confissão personalíssima de quem teima em não maquiar seus próprios defeitos.
não entendo a visão aquém do alcance
já que os últimos podcasts foram sobre a questão da perspectiva, do viés pessoal, etc, eu aproveito pra deixar mais claro porque pego no pé de alguns purismos: historicamente eu venho me posicionando por alcance, por abrangência, por ir além das fronteiras.
claro que tem quem não curta compromissos desse tipo, e queira se ater aos cânones e tal, mas se você quiser entender outros pontos de vista, ouça alguém que, numas de Milton, acha que o serviço tem que ir onde o povo está
você sabe com quem está falando?
assuma: tua opinião é parcial.
aliás… toda opinião é parcial. verdade absoluta é absolutamente impossível.
alíás… melhor assim 🙂
ouça uma digressão parcialíssima sobre a questão do viés, da reputação e dos diálogos online
parece simples? ledo engano
você entendeu tudo, então? tudo te parece claro? as coisas fazem sentido? então me conta o segredo… porque pra mim as contas não fecham assim tão fácil 🙂
não ouça meu desabafo de veterano, então, a menos que você queira rever suas certezas 🙂