se você trabalha em tv (eu trabalhei), o teu trabalho entra na sala de jantar do país inteiro ao mesmo tempo. se você faz cinema, centenas de pessoas vao rir e chorar juntas no escuro.
se você “mexe” com internet, por outro lado, teu trabalho cai no colo de uma pessoa por vez.
ouça uma reflexão sentimental sobre… os sentimentos de cada um que nos recebe em suas vidas.
será que damos conta?
a pergunta que não quer calar é: será que damos conta? será que nós estamos à altura do que a ocasião/oportunidade/expectativa exige?
ouça uma reflexão solta sobre nossas limitações, nossas peculiaridades e, sobretudo, nossa responsabilidade
gente numa ponta, gente na outra
a gente fala e fala e fala e celebra a comunicação one-to-one, o citizen journalism, conteúdo gerado pelo usuário, o peopleware, user empowerment, etc. etc. etc. mas… será que estamos sendo tão humanos e cidadãos quanto deveríamos ser?
ouça uma confissão personalíssima de quem teima em não maquiar seus próprios defeitos.
não entendo a visão aquém do alcance
já que os últimos podcasts foram sobre a questão da perspectiva, do viés pessoal, etc, eu aproveito pra deixar mais claro porque pego no pé de alguns purismos: historicamente eu venho me posicionando por alcance, por abrangência, por ir além das fronteiras.
claro que tem quem não curta compromissos desse tipo, e queira se ater aos cânones e tal, mas se você quiser entender outros pontos de vista, ouça alguém que, numas de Milton, acha que o serviço tem que ir onde o povo está