tenho um livro de poemas na minha cabeceira, e o releio sempre. poucas palavras, poucas linhas, mas bons poemas são experiências sempre renovadas, sempre ricas.
o que torna uma experiência rica no digimundo? rich media? ou… relevância? qual o caminho para o coração do usuário, imergi-lo em sensações ou dar entrelinhas para que ele as preencha?
ouça uma reflexão em voz alta sobre user experience, imaginação e respeito à sensibilidade alheia
ao entrar, limpe os sapatos
de quantas comunidades e listas voce faz parte? varias, imagino.
quando voce passa de uma para outra, voce limpa os pes, lava as maos, troca de roupa… ou pula de uma pra outra usando a mesma bermuda e chinelo de dedo?
escute um comentario rapido sobre escutar, enxergar… e prestar atencao ao lugar em que voce esta’
nunca nada é tudo
pena que pra falar a gente não precisa de uma carteira de habilitação, senão poderíamos multar quem fala “todo”, “tudo”, “sempre”, “nada” a torto e a direito. eu conheço vários infratores contumazes.
generalizações são uma tentação quase irresistível, eu confesso, e eu me policio muitíssimo para não cair nessa armadilha.
ouça uma dica ociosa de alguém em férias mas que não descansa quando o assunto é… comunicação.
internet 2.0 e o lado B
vocês lembram do Dorian Gray, o canalha que vivia lindo para sempre enquanto seu retrato envelhecia e ficava horrível… no armário?
well, a analogia é meio forçada, mas pra mim Internet 2.0 tira o Dorian Gray do armário (sem trocadilhos, claro). a era do “eu sou lindo e por favor me amem incondicionalmente” acabou na hora em que usuários contam sua versão dos fatos.
ouça um delírio vertiginoso sobre como escolher celulares, web 2.0 e o fim do branding pelo branding.