pena que pra falar a gente não precisa de uma carteira de habilitação, senão poderíamos multar quem fala “todo”, “tudo”, “sempre”, “nada” a torto e a direito. eu conheço vários infratores contumazes.
generalizações são uma tentação quase irresistível, eu confesso, e eu me policio muitíssimo para não cair nessa armadilha.
ouça uma dica ociosa de alguém em férias mas que não descansa quando o assunto é… comunicação.
internet 2.0 e o lado B
vocês lembram do Dorian Gray, o canalha que vivia lindo para sempre enquanto seu retrato envelhecia e ficava horrível… no armário?
well, a analogia é meio forçada, mas pra mim Internet 2.0 tira o Dorian Gray do armário (sem trocadilhos, claro). a era do “eu sou lindo e por favor me amem incondicionalmente” acabou na hora em que usuários contam sua versão dos fatos.
ouça um delírio vertiginoso sobre como escolher celulares, web 2.0 e o fim do branding pelo branding.
design, código… ação!
curioso que em português usemos a mesma palavra para diretor de cinema e diretor de empresa. em francês é directeur e régisseur, em alemão Direktor dirige empresas e direção de cinema é Leitung.
por que essa pílula de cultura inútil? simples: eu acho que projetos online precisam de… régisseurs, mais do que directeurs
ouça uma reflexão sem direção de quem acredita que ainda falta alguém que faça um todo maior que a soma das partes
algumas coisas são sagradas
não importa qual teu credo, mas algumas coisas te comovem. arte? música? bondade? a alegria alheia?
seja o que for e, por mais diferente que seja daquilo que me comove, temos algo em comum: a gente se comove, ponto. a gente compartilha algumas faculdades afetivas profundamente humanas.
e o que isso tem a ver com o nosso ofício?
deixe-me compartilhar com você um desabafo sobre aquilo que realmente me comove no nosso trabalho.