o lado B de culturas X, Y, Z

hoje me chamaram pra um evento X sobre geração Y pra eu discutir sobre a cultura Z. ainda não sei como vai ser o papo, mas já acordei pensando sobre essa nossa mania de inventar rótulos e acreditar mais neles do que naquilo que realmente conta.

e depois eu conto como foi o evento 😉

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procura-se desesperadamente uma agencia que…

de uns tempos pra cá eu tenho tido o privilegio de estar dos dois lados do balcão (fui agência, veículo, cliente…) e quanto mais eu converso com todos os lados do mercado, mais eu me convenço de que Houston, we have a problem: grandes clientes estão em busca de uma agencia (ou de profissionais) que entenda de negócios na era digital, de comunicação na era digital, de planejamento na era digital, de relacionamento na era digital… e isso é muito, mas muito mais amplo do que entender só de digital.

em suma: as portas estão abertas. quem se habilita?

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o pior erro do digital – nós não somos computadores

não sei quanto a você, mas eu não sou um computador. não sou um buscador, não sou um leitor de RSS, não sou uma CPU, não sou um scanner de texto, não sou um algoritmo. sou um humano de carne e osso e óculos com toda a irracionalidade, emoção e dilemas a que isso dá direito e que fica de cabelo em pé quando gurus de digital esquecem desse fato tão básico: nossa condição humana.

se queremos um mundo mais humano, sejamos mais humanos. não?

(prepare-se: esse é um videocast mais longo e mais pessoal do que o usual. mas a causa é nobre)

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