você teria, talvez, um tempo pra conversar sobre… como gastamos nosso tempo? tomara que sim… tempo bem gasto é tempo investido, o resto é tempo desperdiçado (e estamos desperdiçando tempo demais)
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não sei quanto a você, mas eu não sou um computador. não sou um buscador, não sou um leitor de RSS, não sou uma CPU, não sou um scanner de texto, não sou um algoritmo. sou um humano de carne e osso e óculos com toda a irracionalidade, emoção e dilemas a que isso dá direito e que fica de cabelo em pé quando gurus de digital esquecem desse fato tão básico: nossa condição humana.
se queremos um mundo mais humano, sejamos mais humanos. não?
(prepare-se: esse é um videocast mais longo e mais pessoal do que o usual. mas a causa é nobre)
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eu admiro empreendedores e dou todo o meu apoio a "gente que faz", e isso faz parte inclusive do meu trabalho hoje. o que é mais curioso é que eu sou zeeeero empreendedor: eu funciono melhor e sou mais feliz trabalhando em empresas, agências, seja onde for que eu possa criar pontes, aprender com outras áreas, construir histórias multi-disciplinares e por aí vai.
foi pensando nisso que gravei esse elogio a todos os que empurram piano e batalham pra entregar todo dia o que empreendedores sonharam 🙂
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quem lembra do filme baby, aquele do porquinho fofo que falava? misture isso então com esteiras de ginástica computadorizadas, o princípio de entropia e… a nossa fantástica mania de evitar a lição de casa.
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