cena 1, 1996:
eu mostrando as maravilhas da internet ao meu chefão, tirando milagres da conexão de 14.400kbps, quando o bambambam me pergunta na bucha: “e como fazer dinheiro com isso?”
(corte)
cena 2, 2006:
eu, você e mais uma pancada de blogueiros e podcasters e independentes futebol clube nos perguntando: “e aí, como fazer dinheiro com isso?”
trilha sonora:
um publicador serial pensando alto em como tirar algum troco dessa história
patrocínio improvável:
doações generosas de quem clicar no botãozinho abaixo:
web 2.0 e o diabo na terra do sol
o glauber que me perdoe, mas voltar pra dial-up é a web em transe 🙁
fica difícil manter a fé em todo o credo da web 2.0 quando você não se sente conectado, mas sim… suspenso por um fio.
de telefone.
ouça um desabafo rápido sobre web 2.0, aplicativos online, e “religare” não como religião, mas sim como ligar e religar e rezar pro modem te conectar com o paraíso.
web 2.0, sexo e amor
quando eu ouço tanta gente associar web 2.0 com tecnologias e ajax, eu me lembro sempre de… pílulas milagrosas para aumentar seu, digamos, hardware sexual 🙂
e se o segredo do bom amor não for o hardware? e se a receita de uma boa relação passar ao largo de acrobacias e técnicas mirabolantes?
ouça uma reflexão quiçá romântica mas muito humana desse amador fascinado pelo prazer dos(as) parceiros(as) 🙂
tecnologia se escreve com V… de vingança!
psicólogos e acadêmicos, tremei. vou me arriscar a mais um delírio que invade as praias de um monte de gente séria 🙂
minha tese é simples: tecnologia funciona quando tem gosto de vingança. vingança contra o tempo, contra a distância, contra a saudade…
ouça uma elocubração ainda embrionária sobre user experience, usabilidade, arquitetura de informação e o lugar certo onde colocar o desejo