quando eu ouço tanta gente associar web 2.0 com tecnologias e ajax, eu me lembro sempre de… pílulas milagrosas para aumentar seu, digamos, hardware sexual 🙂
e se o segredo do bom amor não for o hardware? e se a receita de uma boa relação passar ao largo de acrobacias e técnicas mirabolantes?
ouça uma reflexão quiçá romântica mas muito humana desse amador fascinado pelo prazer dos(as) parceiros(as) 🙂
tecnologia se escreve com V… de vingança!
psicólogos e acadêmicos, tremei. vou me arriscar a mais um delírio que invade as praias de um monte de gente séria 🙂
minha tese é simples: tecnologia funciona quando tem gosto de vingança. vingança contra o tempo, contra a distância, contra a saudade…
ouça uma elocubração ainda embrionária sobre user experience, usabilidade, arquitetura de informação e o lugar certo onde colocar o desejo
sabedoria das massas?
aqui e ali surgem livros e artigos e debates sobre inteligência coletiva, wisdom of the crowds, técnicas preditivas baseadas em interações sociais abertas, etc etc etc.
ainda não tive tempo de me aprofundar, mas isso não me impede de sugerir que você ouça uma reflexão pedestre sobre ibope, sucesso, colaboração e… gente
o que me vem pela frente… que venha pela frente :)
ok, talvez uma história como essa, pessoal e quase confessional não interesse a ninguém. ou sim. e se você tiver o mesmo receio que o meu, receio de ficar de escanteio a qualquer momento?
well, você me diz se fez algum sentido pra você ouvir minhas inseguranças sobre ter ou não o que é preciso pra esse ofício que muda a cada 5 minutos 🙂