eu acredito em web 2.0. ponto. acredito e aposto minhas fichas nisso.
pra quem me conhece, não é surpresa: desde sempre aposto minhas fichas… em gente e em tudo aquilo que gente é capaz.
ouça algumas reflexões beta sobre to be or not to be web 2.0
devagar com essa fé, irmão
ok, não é a primeira vez que bato nessa tecla, mas vamos lá.
se você foi “iluminado” por uma “Verdade” qualquer (opensource, opera, mac OS, ou o que for), há uma grande chance que, ao invés de converter os infiéis pro caminho correto, você os espante para beeeeem longe.
(aliás… fica a pergunta: os profetas pregam no deserto ou tudo ficou deserto depois que começaram a pregar?)
ouça uma dica laica sobre como compartilhar com os outros aquilo que te é sagrado
com a devida licença…
vocês já notaram como o nosso digimundo é… nosso? o MEU email, o MEU computador, os MEUS arquivos… um site só aparece se você “convidá-lo”, uma página só muda se você pedir.
emails que entram sem bater são intrusos. sites que não funcionam são uma ofensa… pessoal.
ouça uma reflexão personalíssima sobre o quanto internet… é pessoal
rich experience nem sempre é rich media
tenho um livro de poemas na minha cabeceira, e o releio sempre. poucas palavras, poucas linhas, mas bons poemas são experiências sempre renovadas, sempre ricas.
o que torna uma experiência rica no digimundo? rich media? ou… relevância? qual o caminho para o coração do usuário, imergi-lo em sensações ou dar entrelinhas para que ele as preencha?
ouça uma reflexão em voz alta sobre user experience, imaginação e respeito à sensibilidade alheia