pra começar (ou encerrar) a conversa: tenho horror ao niemeyer. horror. arquitetura pra cartão-postal ou vista aérea, pra mim, não é arquitetura.
na nossa área não é diferente: muito do que é arquitetado pelos grandes manda-chuvas de corporações ou impérios só faz sentido… visto do alto. pro cidadão comum, que só anda a pé clique a clique, a perspectiva é beeem diferente.
ouça uma reflexão rápida sobre Ibirapuera, Nazca, Niemeyer e a experiência do usuário que tem os pés no chão.
cadê o novo nas coisas recentes?
de duas, uma (ou ambas, ou talvez uma terceira, sei lá): ou a idade faz com que tenhamos dificuldade de reconhecer o novo ou a idade nos faz ver o quanto de passado ressurge em toda novidade.
de qqer forma eu volta e meia fico meio frustrado em ver gente novinha deixando de inovar pra valer porque se prende ainda a armadilhas antigas: sectarismo, exclusão, vaidade, etc. adoraria que a tecnologia nos livrasse disso, mas parece que… ainda não.
ouça aqui uma confissão não muito fácil de quem achava que ia ser fácil mudar o mundo
a riqueza da rich media é…
gravei esse videocast hoje cedo porque estava intrigado com uma questão: quando rich media é realmente rica? minha aposta é: quando nos envolve.
(se você clicar duas vezes no vídeo ele abre em tela cheia)
crítica é uma questão crítica…
engraçado… por que será que nestas bandas criticar quer dizer falar mal? que crítica é vista como ataque? que só há duas opções: rasgar seda ou ser o cara do contra?
curioso isso, não? me faz lembrar programa de auditório: um jurado é sempre sempre sempre o mala, como se ser justo, ponderado e analítico fosse coisa de gente bizarra…
ouça uma ponderação rápida sobre esse nosso vício de sermos sempre “legais”… e não encare isso como uma “crítica”