quem revoluciona, afinal? tecnologia ou pessoas?

pense bem: o tipo móvel, a pólvora, o macarrão, o dinheiro em cédulas… tudo isso foi inventado na china mas lá nao revolucionou nada não.

recentemente ouvi dois conteúdos interessantíssimos sobre uma revolução na história do ocidente: o tipo móvel do Gutenberg. o mais interessante é que os dois conteúdos, na minha opiniao, apontavam pra mesma conclusao: se há revolucoes elas sao feitas por pessoas, nao pela tecnologia sozinha. se nao entendermos contextos, culturas e história não vai adiantar nada entender bits e bytes

(os dois papos eram: um sobre o Foxe’s Book of Martyrs no programa In Our Time da BBC 4 e outro sobre Gutenberg pelo Jay Walker no TED)

EBAI 2010 – uma conversa com o público

fiquei honradissimo quando me chamaram pra encerrar o Encontro Brasileiro de Arquitetura da Informação 2010. o mais gostoso foi poder conversar no final com gente do país inteiro especializada em UX e AI.

a Karen Fornari e o Guilhermo Reis registraram esse papo e aqui está 🙂

livros e o limite do digital

eu adoro livros, livros de papel mesmo, livros que eu encontro em livrarias e carrego comigo e deixo na cabeceira e ponho em estantes e…

sim, leio na web. sim, tenho um kindle. sim, acredito no digital. mas fica aqui esse toque: talvez nosso coração e nosso cérebro precisem mais do que pixels coloridos