comunidades parecem surgir do nada, mas não é bem assim: existe uma paixão, uma obsessão, algo muito intenso que atrai e aglutina seus membros, e essa paixão ou existe… ou não.
a paixão só basta? well, talvez pra lua-de-mel sim, mas comunidades são como relacionamentos: se desenvolvem, frutificam, e podem desandar irreversivelmente.
se comunidades podem acabar…. como evitar isso? como conviver com isso?
ouça alguns comentários modestos de quem se pergunta o dia inteiro: como fazer uma comunidade viscejar?
renedepaula
10 reflexões sobre comunidades online – parte 1
faz tempo que não faço uma boa série do tipo “10 micos em projetos online“. eu gosto desse desafio, sobretudo porque normalmente só sei o que gravar no primeiro episódio e tenho que dar tratos à bola pros outros 9 😀
comunidades, ambientes sociais, social hubs… tudo isso ganhou novos sentidos com a história de web 2.0. acho que vale a pena eu revisitar o tema e compartilhar com vocês algumas idéias, aprendizados e, sobretudo, equívocos 🙂
ouça uma reflexão um pouco mais longa que o normal sobre comunidades, confiança, guerrilha e os esperto-men batendo na nossa porta
web 2.0: que tal nos expormos menos de um lado e mais de outro?
isso tem me intrigado muitíssimo: por quê tem tanta gente se expondo desnecessariamente na tal da web 2.0? quantas histórias ruins já não devem ter rolado por conta disso?
minha dica: não se exponha tanto na “second life”, e se exponha muito mais aos encantos da First Life. pra rua, já!
ou se você preferir baixar o vídeo em mp4, clique aqui
web 2.0 e os ecossistemas digitais
se você quiser seguir um conselho, lá vai: não me siga… sobretudo porque eu agora ando gravando videocasts ao volante 😀
o mais engraçado são os (d)efeitos especiais provocados pelo asfalto esburacado.
well, tenho outro conselho pra dar: se você acha que web 2.0 “é o bicho”… comece a pensar maior. pense em… ecossistema. assista a esse vídeo pululante e depois comenta com a gente 🙂
(e se você quiser baixar o vídeo original, aqui está ele em mp4)