fui quase todo dia ao campus party. dei palestra, entrevista, reencontrei amigos, fiz amigos novos, vi ao vivo gente que so’ conhecia por email e vi ao vivo algumas coisas que me deixaram preocupado: será que quem não foi… ficou com uma impressão legal? será que tudo no campus party “agregou” à nossa causa geral ou… houve gols-contra?
ouça uma reflexão personalíssima sobre os riscos de darmos tiro nos outros, no próprio pé e no pé do métier inteiro
renedepaula
arquitetura com os pés no chão
pra começar (ou encerrar) a conversa: tenho horror ao niemeyer. horror. arquitetura pra cartão-postal ou vista aérea, pra mim, não é arquitetura.
na nossa área não é diferente: muito do que é arquitetado pelos grandes manda-chuvas de corporações ou impérios só faz sentido… visto do alto. pro cidadão comum, que só anda a pé clique a clique, a perspectiva é beeem diferente.
ouça uma reflexão rápida sobre Ibirapuera, Nazca, Niemeyer e a experiência do usuário que tem os pés no chão.
cadê o novo nas coisas recentes?
de duas, uma (ou ambas, ou talvez uma terceira, sei lá): ou a idade faz com que tenhamos dificuldade de reconhecer o novo ou a idade nos faz ver o quanto de passado ressurge em toda novidade.
de qqer forma eu volta e meia fico meio frustrado em ver gente novinha deixando de inovar pra valer porque se prende ainda a armadilhas antigas: sectarismo, exclusão, vaidade, etc. adoraria que a tecnologia nos livrasse disso, mas parece que… ainda não.
ouça aqui uma confissão não muito fácil de quem achava que ia ser fácil mudar o mundo
a riqueza da rich media é…
gravei esse videocast hoje cedo porque estava intrigado com uma questão: quando rich media é realmente rica? minha aposta é: quando nos envolve.
(se você clicar duas vezes no vídeo ele abre em tela cheia)