a gente “representa”?

eu já venho batendo nessa tecla faz um certo tempinho, eu sei, mas estou realmente intrigado com uma questão bastante antiga, já, daquelas que se aprende na primeira aula de marketing: nós não somos o mercado.
trazendo essa questão clássica pro digimundo eu pergunto: os “usual suspects“, as figurinhas carimbadas da mídia social e os habitués de comunidades online… eles são (nós somos) representativos de alguma coisa?
ouça mais uma reflexão meio estatística, meio sociológica, meio muzzarela sobre social media, social hubs e outros buzzwords

é impressão minha ou web 2.0 virou business as usual?

estava acompanhando aqui a cobertura do evento Web 2.0 em San Francisco e me caiu a ficha: tudo mudou 🙂
ao invés de start-ups com nomes engraçados e propostas revolucionárias, empresas gigantes como Microsoft, Yahoo! e Google apresentando seus planos e visões de plataformas para a (ainda chamada como) “web 2.0”.
que mudança, não?
ouça algumas considerações ensolaradas sobre como vanguardas acabam em ímãs de geladeira 🙂