eu não acredito em genéricos.
calma, não estou falando de medicamentos. estou falando de generalidades do tipo “a internet”, “o usuário”, “o conteúdo”, etc etc etc. pensar com esse grau de generalização não é pensar.
ouça um desabafo rápido que mistura educação (ou a falta de), sofistas y otras cositas más
renedepaula
o lado b da web 2.0: quando o sucesso é sinal de fracassos
eu tenho uma tese: muitas das coisas 2.0 que celebramos hoje sao tao celebradas porque… o que vinha antes era muito mal-feito. sites ruins, serviços ruins… qualquer melhoria, mesmo que ilusória, é bem-vinda 🙂
ouça uma reflexão rápida sobre o drama de se fazer internet direito
esqueça tecnologia
eu tenho uma tese: quanto mais o tempo passa o que menos importa em termos de tecnologia é a tecnologia em si. as coisas que dão certo acabam dando certo por razões humanas, demasiadamente humanas (como diria Nietzsche). levantei essa questão em duas ocasioes recentes, na 32. semana de comunicação da FAAP e na UEL, e essa idéia não me sai da cabeça.
ouça uma reflexão rápida sobre como funcionamos todos nós
o lado b da web 2.0: parece mágica mas não é (parte 2 final)
interrompi o podcast anterior de maneira brusca e faltou encerrar de maneira decente. felizmente… idéias não me faltam e acabei enriquecendo ainda mais a idéia da “magia” com outro ingrediente inevitável: o “encanto”.
quer ser um pop star? nao basta talento, tem que ser lindo e encantador. quer aparecer na tv pra falar sobre ciencia, medicina, o que for? idem: tem que ser encantador. quer ser capa de revista? quer ser pauta de evento? idem ibidem.
voce pode ter criado a cura de todos os males, mas se isso for dificil de explicar e mostrar e for demorado… jamais vai ser capa de nada.
ouça uma reflexão rápida sobre a vantagem que toda tecnologia engraçadinha tem sempre: ser pop.