eu digo sempre: tecnologia por si só não tem sentido próprio. quem dá sentido ‘a tecnologia é quem a usa. cada povo, cada público se apropria da tecnologia à sua imagem e semelhança, IMHO.
legal, isso. democrático. mas quanto podemos esperar de transformação real se usamos tecnologia pra fazer mais do mesmo?
ouça uma reflexão muito pouco tecnológica e bastante – eu espero – humana sobre valores, ética e cultura. e tecnologia, claro.
renedepaula
você é digital no úRtimo? lamento :)
no começo era mais difícil ser um cara interactive. você tinha que programar, fazer imagens, entender de mídia, de back-end… e mesmo assim isso era fichinha perto do que sempre foi e vai ser preciso pra fazer boa internet: entender de gente, de negócios, de direito…
com o tempo o profissional de interactive foi ficando cada vez mais especializado… e raso. e por isso eu digo a quem se diz super-digital: lamento 🙂
ouça uma reflexão séria sobre tudo aquilo que você poderia e deveria ser
o lado b da web 2.0: a web já não é mais aquela
eu me lembro de uma web diferente. mais: eu me lembro de ter tido esperança de um mundo melhor graças à web. hoje não é mais assim, ao menos pra mim.
ouça aqui (ou aí) um desabafo sincero de quem acha que algo mudou, e não foi pra melhor
(esse é mais um episódio da série o lado b da web 2.0)
o lado b da web 2.0: twitter não é conversa
chamar internet de conversa, marcas de conversas, twitter de conversas, chamar tudo de conversas pra mim quer dizer uma coisa: tá na hora de definir o que é conversa ou não, e aí sim podemos conversar.
ouça um puxão de orelha básico sobre uma das coisas que nos definem como humanos: conversas
