esse teu digital aí não tem gosto de velho, não?

outro dia desses a professora Beth Saad me chamou pra conversar com a turma dela do DigiCorp. lá fui eu de volta pra boa e velha USP e… foi bárbaro. um monte de gente boa de várias áreas do mercado com perguntas bem provocadoras. (o que me salva de ficar completamente obsoleto em digital, aliás, é que os problemas do digital vão durar mais do que eu).

o que alguém tão old-school como eu teria pra dizer pra galera mais nova? talvez uma coisa só: digital só inova quando entendemos a fundo o que não é digital.

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o digital, a ginástica e… a tv fora do ar

o que o digital tem em comum com ginástica, promessas de fim de ano e… televisão? well, assista e veja se minha reflexão faz algum sentido 🙂

só pra adiantar: minha questão, como sempre, é se iniciativas digitais são sustentáveis e consistentes ou se são só fogo de palha (numa época em que o barato sai realmente caro)

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a ética e o digital

um bom exemplo de que nada nesse mundo é universal é a questão da ética: enquanto em alguns lugares (e empresas e grupos) ser ético é algo tão natural quanto respirar, em outros lugares ser ético é quase masoquismo (ou insanidade, ou não-saber-jogar-o-jogo, ou motivo de piada, ou não ser confiável ou…)

ética tem a ver com escolhas, com escolhas difíceis e eu escolhi esse tema difícil porque está mais do que na hora de escolhermos esse caminho.

(e aqui está o post do Seth Godin que eu mencionei: http://sethgodin.typepad.com/seths_blog/2011/07/no-such-thing-as-business-ethics.html)

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