passei uns dias fora de casa e imaginei que seria um drama ficar sem banda-larga, wi-fi.
well, foi um drama. mas o drama não acabou aí.
ouça algumas divagações sobre como algumas mordomias do digimundo fazem o mundo físico mais… humano.
nossa natureza é fazer máquinas?
ok, existem mil coisas mais legais para se fazer numa noite quente na cidade do que pensar em voz alta na varanda.
mas se cidades e gente e luzes também te comovem, ouça um romântico incurável encantado com nossa vocação para mega-máquinas
portanto eu desconfio
estava eu lendo o The Singularity Is Near : When Humans Transcend Biology, livro escrito por Ray Kurzweil (veja na amazon) e lá pelas tantas pensei: e se o cara estiver certo?
ouça um bom desconfiado quase acreditando que acreditar é a saída.
somos humanos seja onde for
ontem, numa mesa-redonda na PUC, um dos presentes disse algo como “essa tecnologia toda nos afasta da vida real: vivamos o presente, a vida concreta, física, a experiência tangível de estar no mundo”.
hmmmmm…. será?
ouça uma resposta tardia de quem acredita que, dos desenhos nas cavernas ao SMS, o que fizemos foi inventar maneiras de sermos ainda mais humanos