internet é a tal da mídia em que você “responde”, não só “ouve”, certo? well, hoje já não sei mais.
tem um monte de emails que eu mando que jamais são respondidos. as pessoas leram? fizeram algo a respeito? como vou saber?
ouça alguém que acredita que, sem feedback decente, tudo vira um tiro no escuro
(e dê um feedback se puder)
em se plantando tudo dá?
responda rápido: que notícia você prefere, “somos um país de empreendedores natos” ou “esta é a terra dos empreendimentos precocemente falidos”?
o digimundo padece do mesmo dilema: é uma terra por desbravar mas também o cemitério de idéias inocentes.
ouça algumas reflexões soltas de quem já viu barrigadas demais para se empolgar com trampolins.
quero pecar sem culpa!
ok, computador é um milagre.
mas você já notou que inferno que é quando você comete um pecadinho? se você, no esplendor da sua inocência, bagunça algum setting que não devia… pronto! adeus paraíso, alô profundezas do desespero.
ouça alguém que sabe muito bem que a vida não tem undo, mas que sonha com um digimundo com pecados reversíveis.
transparência resolve tudo?
sua mãe não sabe tudo o que você faz, nem a minha. seu patrão não conhece o teu “lado B”, e você sabe mais ou menos o que deve contar e o que deve esconder da sua vida pessoal.
melhor dizendo… você sabia. hoje as coisas estão fora do teu controle. faça uma busca por aí com o teu nome pra ver, e prepare-se para o susto 🙂
ouça uma digressão que começa gótica, fica moderna e acaba nesse salada digital onde você está exposto no úRRRtimo.