você já parou para pensar no quanto você se expõe em comunidades, email, blog, etc? eu já, se bem que sou um caso extremo: me exponho mais do que o bom-senso aconselha 🙂
ouça uma confissão muito pessoal de quem acredita que dá para ser “não-editado” sem ser bruto.
aprendendo com os chefs
você se acha um gênio por trabalhar com web? passe 15 minutos dentro da cozinha de um restaurante e descubra que, onde você menos imagina, tem problemas muito mais complexos e profissionais muito mais versáteis do que estamos acostumados a ver.
restaurantes não têm nada a ver com o digimundo? well, de uma maneira ou de outra estamos atendendo requests de clientes e servindo da melhor maneira possível, não?
ouça essa e outras analogias improvisadas por quem já trabalhou em restaurantes, fábricas e jornais e percebeu que web não é coisa do outro mundo
o brasil é bárbaro?
eu ando bastante intrigado com a questão da brasilidade. quando você pensa em Brasil, isso inclui o que? e exclui quantas pessoas?
alias… por que só usamos o termo “o Brasileiro” para falar algo ruim? aliás… esse Brasileiro se aplica a você mesmo? a mim?
ouça algumas reflexões sobre comunidades, panelas, excluídos e nossa dificuldade natural em lidar com quem não parece conosco
o país do futuro tem futuro?
ok, é quase um delírio eu me atrever a tocar no assunto futebol, afinal não entendo patavina do assunto e não me emociono nem com copas.
é que de repente eu me perguntei: o brasil já era o país do futebol… antes do futebol? antes de sermos penta, tri, bi nem nada? e antes da bossa nova? e antes do sambódromo? o que era ser brasileiro antes disso?
se você for sensível com relação à nossa vocação futebolística, NãO ouça essas reflexões momentâneas sobre o futuro… do país do futuro