não é raro eu ouvir as mesmas queixas de sempre: quando as pessoas vão valorizar internet? quando os clientes vão deixar de ser medrosos? quando os caras vão entender que esse é o futuro?
posso dizer algo que também digo sempre? as pessoas de burras não têm nada. talvez a gente, os vanguardistas/evangelistas/catequisadores/whatever devêssemos olhar menos pro umbigo e aprender com os não-digerati 🙂
ouça um blábláblá rápido contra o chororô crônico e… o complexo de eternos incompreendidos :^)
a questão é: como viver do nosso tesão?
deve ter algum outro jeito de dizer isso, mas… internet é um tesão. ponto.
mas… e como transformar essa nossa paixão e envolvimento em algo viável e que pague as contas?
ouça uma elocubração rápida sobre a dor e delícia de ser um profissional interativo
nosso ofício está ficando chato… ou sou eu?
ok, ok, talvez eu esteja ficando chato, anacrônico, ultrapassado ou o que for. mas que tenho a nítida nhaca que nosso ofício está ficando chato, tenho 🙁
ouça um desabafo ligeiro sobre aquilo que era pra ser um admirável mundo novo, mas que está cada dia mais parecido com o velho.
internet: o sonho… e o feijão
na minha infância passava uma novela chamada “o feijão e o sonho”. pois bem, internet ser hoje tão importante foi o sonho de uma geração inteira. a novela é.. o feijão, ou seja, trabalhar e sobreviver “mexendo com internet”. será que estou errado ou já foi muuuuuuuuuito mais gostoso viver disso?
ouça um desabafo rápido de quem rezou pra que internet fosse um dia arroz-com-feijão… e hoje tem medo de virar… carne de vaca 🙂