posso abusar do teu ombro e fazer uma confissão? pois bem: pequei. pequei por não aceitar o digimundo como ele é. ou melhor, como ele está ficando. mil perdões, é que eu acreditei em paraíso, sem saber que o paraíso alheio é o inferno de cada um.
ouça minha promessa pra 2008: aceitar o digimundo e as pessoas como elas são, sãs ou não
feliz humano novo
de tanto trabalhar com tecnologia a gente acaba acreditando que tudo é possível, que progresso não tem limites, que toda mudança é boa… mas eu me pergunto sempre: do que nosso coração é realmente capaz? quantas dessas mudanças somos capazes de digerir e transformar em algo realmente válido?
agora que mais um ano se inicia, ouça algumas reflexões soltas de quem sempre acreditou num feliz humano novo 🙂
por quanto tempo você terá tempo?
ok, blog é legal. twitter também. listas de discussão. orkut. mas… quem tem tempo pra isso? e por quanto tempo você vai ter tempo pra isso? e… quem não tem tempo pra isso, como faz?
well, se você tiver um tempinho ouça uma reflexão ligeira sobre momento de vida, perfis de usuário e o que esperar desse mundinho que não espera
o quanto as marcas te marcam?
pra começo de conversa: eu padeço de um mal estranho. eu tenho sindrome da deficiência torcidística. não torço por nada: time, seleção, esporte, nada. eu sei, eu sei, estou perdendo fortes emoções, não tenho assunto na segunda-feira cedo, etc… mas é de fábrica, não tem mais jeito 🙂
talvez por isso eu tenha uma dificuldade danada em entender quem se apega demais a marcas, tanto quem ama uma marca X ou odeia uma marca Y. o que são marcas, afinal? e se tudo muda no mundo, por quê teimar em ter sempre a mesma opinião a respeito de algo mutável?
ouça uma reflexão meio grega, meio zen sobre abrir os olhos para aquilo que muda (tipo…tudo)