paixões e amor

você é apaixonado pelo que faz? tomara que sim. tomara que você tenha várias paixões e possa compartilhá-las com outros apaixonados em comunidades, blogs, o que for.
mas paixão só basta? aonde paixão nos leva?
well, eu sou suspeito pra responder. eu acredito apaixonadamente que é preciso algo mais, é preciso querer ouvir o outro, aprender, apreender, criar vínculos e compromissos e diálogos e cruzar experiências e sonhos. chame isso de amor, se quiser.
ouça um desabafo bastante pessoal de quem anda vendo paixões demais e amor de menos.

ceci n’est pas l’internet

quem lembra daquele quadro do magritte (outro rené, só que mais talentoso), onde abaixo de um belo desenho de cachimbo está escrito com letra escolar “isto não é um cachimbo”?
pois bem… quando eu vejo alguém dizer “internet é xyz” ou “vamos webificar sua empresa” ou “internet é isso” ou “ele não entende a internet” ou “a informação quer ser isso ou aquilo” eu lembro desse quadro. como alguém pode ter tanta certeza sobre algo tão aberto?
ouça esta reflexão modesta sobre a falta de modéstia de quem põe rótulos definitivos na internet ensaboada.

comunidades 101 – 13: eu não estou falando com você

pois é, essa é uma verdade dura: eu não estou falando com você. estou falando PARA você. na verdade, você está lendo letrinhas numa página e ouvindo vibrações de um alto-falante que têm uma relação bastante tênue com o momento concreto, finito, passageiro em que eu… well, você entendeu. aliás… eu também não sei quem é você 🙂
onde quero chegar, enfim, com essa história toda? simples: até que ponto nossas “conversas” online são conversas? ou melhor… a partir de que ponto deixam de ser conversas?
ouça aqui mais um episódio desta longa conversa sobre… conversas, comunidades e… até onde isso nos leva.

campus party: duas palavras

fui quase todo dia ao campus party. dei palestra, entrevista, reencontrei amigos, fiz amigos novos, vi ao vivo gente que so’ conhecia por email e vi ao vivo algumas coisas que me deixaram preocupado: será que quem não foi… ficou com uma impressão legal? será que tudo no campus party “agregou” à nossa causa geral ou… houve gols-contra?
ouça uma reflexão personalíssima sobre os riscos de darmos tiro nos outros, no próprio pé e no pé do métier inteiro