ok, o que move a colaboração são pessoas e não a tecnologia sozinha, mas minha tese é: o ambiente que a tecnologia cria influencia em muito na maneira em que as pessoas se comportam.
agora que estou tramando a terceira encarnação do radinho, ouça uma leve teorizada sobre velocidade, momento, timing e mecânica da colaboração online
radinho: ouvindo o ultrassom
um ambiente social online é o quê, afinal? ok, a resposta correta é: as pessoas que o habitam, mas isso é tudo? eu posso comer a mesma coisa que o javier barden todo dia mas um mês depois minha cara ainda é a mesma, só mais velha 🙂 DNA faz toda a diferença.
o radinho nasceu com um DNA claro, com uma fórmula definida, e cresceu em torno disso. cresceu até ficar claro que… a fórmula precisava de ajustes. e é isso que estou fazendo agora, matutando a fórmula nova.
só sei uma coisa: conversar é bom. colaborar faz bem. e um bom ambiente estimula e ensina o prazer de colaborar. ok, sao tres coisas.
ouça aqui o que eu ando matutando e acompanhe no roda e avisa as cenas dos próximos capítulos
radinho reloaded: metamorfoses à vista
redes sociais têm uma vitalidade extraordinária. basta semear uma idéia num terreno fértil e uma rede brota, cria raízes, cresce e dá belos frutos. mas mesmo árvores crescem até um certo ponto… e então começam a lançar sementes que vão vingar em outras paragens.
o radinho cresceu, ficou frondoso, seus frutos são bons. e agora, o que vem depois disso?
ouça uma reflexão histórica e nada histérica sobre web 2.0, comunidades, colaboração e… desprendimento
perceba por favor: percepção é tudo
ouvi outro dia uma entrevista bárbara com o autor do livro Predictably Irrational (previsivelmente irracionais), e muita coisa passou a fazer sentido, sobretudo a falta de sentido 🙂
resumindo: somos ótimos pra várias coisas, mas somos uma lástima para outras. futuro, mudanças, novidades… somos péssimos para lidar com tudo aquilo que ainda não conhecemos. resultado? sofremos, decidimos mal, desperdiçamos oportunidades…
ouça uma digressão hiper bem-intencionada sobre como escapar das armadilhas mais primárias e não sermos vítimas dos nossos próprios preconceitos