viral não precisa ser doentio

um incidente recente (o sexto, na verdade) com um site de comunidades me serviu pra três coisas:

  1. trazer à tona a discussão sobre opt-in x opt-out
  2. nossa missão de proteger usuários de decisões ruins
  3. e, por último, a dificuldade de se fazer críticas pontuais sem que pareçam um ataque frontal

ouça uma reflexão ligeira sobre essa história de viralizar virulentamente, user experience e a nossa missão como profissionais da área.

10 reflexões sobre comunidades online – parte 9 – questão de protocolos

é simples: não falamos a mesma língua. pior: não pensamos da mesma maneira. é um milagre que nos comuniquemos.
no dia-a-dia presencial ainda vai, é só bater o olho que dá pra ter uma idéia da tribo a que alguém pertence: tem cabelo verde? grisalho? espetado? usa piercing? gravata? o sotaque é de onde?
mas e no online, no email, no messenger? onde enquadrar alguem… que nao conhecemos?
ouça uma reflexão sobre como conversar direito… às cegas.

10 reflexões sobre comunidades online – parte 8 – silencio dos inocentes

como saber se uma comunidade vai bem? um dos parâmetros pode ser… o diálogo, a conversa coletiva.
mas como saber se uma conversa vai bem? pelo que é dito?
minha dica: o sinal mais claro pode ser… o que não é dito. ou quem parou de falar. ou os assuntos que sumiram do mapa.
ouça algumas considerações sobre como manter um espaço convidativo, saudável prestando atenção… a quem se calou…