a obra aberta 2.0

A Obra Aberta é o título de um livro do Umberto Eco que eu recomendo bastante, li-o faz décadas mas acho que continua valendo… ainda mais depois de ter ouvido o Raphael Vasconcellos no MIX essentials.
o Raphael é diretor de criação da AgênciaClick e falou algo genial: temos que criar coisas incompletas. isso mesmo: in-com-ple-tas.
ouça uma reflexão beeem aberta sobre como criar coisas que transforme usuários em… co-autores e cúmplices 🙂

aristoteles on the road

estava eu a caminho de um evento (o Conexão Bites) e fui pensando comigo… o que vou tenho para falar para a platéia?
well, nessas horas vale a pena voltar pro básico: Aristóteles. o cara já dizia: uma estória pode ser impossível, fantástica, mas jamais… inacreditável. pronto, achei meu gancho: nessa época em que empresas e marcas querem parecer gente como a gente, até que ponto dá pra acreditar?
ouça uma reflexão ligeira num trânsito não tão ligeiro sobre web 2.0, story-telling e autenticidade.

exatas ou humanas? somos biológicos, isso sim

eu quaaaase virei engenheiro, quase. aos 45 do segundo tempo me reinventei e fui pra comunicações. de exatas pra humanas num salto no vácuo sem joelhada.
em suma: conheço de dentro exatas e humanas, e aprendi que acima de tudo somos… biológicos, muito mais pra bio do que pra lógicos,
ouça um comentário rápido sobre os riscos de se achar que a hiper-racionalidade é algo tão racional assim.

a gente “representa”?

eu já venho batendo nessa tecla faz um certo tempinho, eu sei, mas estou realmente intrigado com uma questão bastante antiga, já, daquelas que se aprende na primeira aula de marketing: nós não somos o mercado.
trazendo essa questão clássica pro digimundo eu pergunto: os “usual suspects“, as figurinhas carimbadas da mídia social e os habitués de comunidades online… eles são (nós somos) representativos de alguma coisa?
ouça mais uma reflexão meio estatística, meio sociológica, meio muzzarela sobre social media, social hubs e outros buzzwords