estava ouvindo ontem o Jason Calacanis e ele mencionou algo interessante: o fato de algo ser tecnologicamente simples e fácil e óbvio e factível (copiar arquivos, publicar globalmente,etc) não significa que seja necessariamente bom ou viável ou desejável ou promissor. existe um descompasso perigoso nessa história, e achar que o que é digital não tem limites tem lá suas limitações
ouça um pouco de prosa a respeito do verso e reverso das nossas idéias mais poéticas
áudio
o lado B da web 2.0: blog corporativo não pode ser puxadinho
essa idéia me ocorreu num estalo, hoje. no meio de uma apresentação alheia, aliás. e náo me contive e compartilhei minha teoria no ato. só depois que vi que fui precipitado e a idéia merecia ser melhor explicada.
vamos lá: minha tese foi “o blog corporativo surge porque sites corporativos são ruins… e blogs corporativos são os puxadinhos corporativos”.
well, tive que me explicar depois. nada contra blogs corporativos… eu mesmo tenho blog na Microsoft. mas blogs corporativos podem dispersar conhecimento, dispersar o relacionamento e competir com a própria marca.
ouça alguns bons minutinhos de alerta sobre os riscos de comprometer a consistência da experiência da marca sem querer… querendo.
o lado B da web 2.0: ilusoes de etica
adorei o trocadilho do Max Goehringer na CBN: ilusões de ética. nessa nossa fase em que muita está fácil comprar um kit bem-bolado de “pareça-ético-e-2.0”, acho que vale a pena ouvir uma reflexão rápida sobre a superficialidade, percepção e a questão mais difícil de todas: como ser ético sempre
o lado B da web 2.0: o modelo de receita é a mensagem
MacLuhan que me perdoe por fazer sua frase de gato e sapato, mas acho que o momento permite e exige: a hora em que alguém (tv, radio, blogueiros inclusive) adota um modelo X de receita há de mudar a “receita” de como fazer as coisas. praticamente inelutável.
ouça uma digressão gratuita sobre o que pode acontecer quando as coisas não são mais gratuitas