radinho, revisitado

memória engana a gente. ouvi outro dia um neurocientista dizendo que toda vez que resgatamos uma lembrança nós a alteramos, e ela é regravada diferente. não é como bits e bites. memória vai ganhando sentidos novos com o tempo.
os episódios “finais” do radinho de pilha (meados do ano passado) que antecederam a ida pro radinho no Ning e a criaçao do que hoje é a webees, foram tumultuados, espinhosos mas muito, muito educativos pra mim. hoje decidi revisitar essa história tão longa (7 anos!) e ver algum sentido maior que possa servir de aprendizado pra mais gente.
ouça uma tentativa muito honesta e pessoal de passar a limpo uma história bacana de tantas pessoas

o lado B da web 2.0: cercado de (cada vez menos) amigos

calma, calma, nao estou dizendo que eu ou voce estejamos perdendo amizades, nada disso: é que um estudo do twitter mostrou que com o tempo você está sendo ouvido/seguido por cada vez mais gente… que nao é (ainda) amiga sua.
no final voce pode achar que está falando intimamente com a turminha de sempre mas, na real, voce está se expondo à toa diante de milhares de pessoas que nao fazem parte do teu círculo.
ouça uma reflexão rápida sobre o quanto essa história pode explicar a minha história recente

(os links pra pesquisa que eu cito estão aqui: http://radinho.ning.com/profiles/blogs/no-twitter-follower-nao-quer )