a gente fala fala fala na revolução internética, no tudo ao mesmo tempo agora em todos os lugares para todo mundo, mas… e se a revolução não for essa? e se a revolução pra valer é um botãozinho qualquer poder chamar elevador, buzinar, disparar um míssil nuclear ou telefonar pra vovó?
vai ver a revolução começou aí.
ouça um delírio que foi gravado no celular, passado para um pc por infravermelho, convertido de amr para wav, normalizado, reprocessado para realce de voz, convertido para mp3, enviado por ftp para um host e foi anunciado via movable type
podia ter um botão pra tudo isso, bem que podia.
geral
presente pra todo mundo
fim de ano, natal… mesmo sem querer a gente se pega fazendo balanços, promessas, desejos. e, no meio disso tudo, me ocorreu uma pergunta forte: por que ser bom?
ouça alguém que fez uma aposta arriscada no Bem e continua apostando cada vez mais
e pra todos nós, e pros outros também, tudo de Bem em 2004 🙂
que tal virar o disco?
se tem algo que eu espero para 2004 é… mais transparência.
não, não estou falando só de roupas vaporosas, mas de se mostrar por inteiro, não só corpo, mas coração também.
ouça meus votos por um 2004 menos heróico e mais humano
cada causo é um causo
o digimundo é assim: infinitas possibilidades se desdobrando infinitamente e…
ok, é muito bonito falar em termos genéricos. é muito bacana falar no que “em condições ideais” é possível, mas aqui no front, nas “condições normais de temperatura e pressão” (ambas altas), existem forças em jogo que podem virar qualquer jogo.
ouça dois causos reais de quem, sem querer criar caso, abraçou uma causa e tropeçou na casuística