há coisas que você só aprende depois de levar um susto. fazer back-ups, por exemplo.
se você sobreviveu ao trauma de ver seus dados todos sumirem no éter ou nas vísceras de um HD doente, então sabe do que estou falando. dor, arrependimento, impotência. anos de memória sumindo de uma vez.
ouça alguém que acreditou na vovó e coloca seus ovos em várias cestas
geral
e quem nos sustenta?
quem se lembra daquele best-seller dos anos 80, “a insustentável leveza do ser“? eu li, achei razoável, mas acho que bom mesmo era o título 🙂
vinte anos depois, ouça algumas (des)considerações sobre a insustentável leveza do digimundo
digimundo deserto
quem ficou na cidade nesses feriados viveu um sonho: tudo vazio, a cidade só pra você.
alguns dias assim fazem bem, mas logo viram pesadelo: como diria Robertão, de que vale tudo isso, se você não está aqui?
para mim o digimundo também é assim: ok, conteúdo é legal, serviços idem, mas sem gente não tem graça.
se você usa ICQ, Yahoo, MSN e checa email a cada 5 minutos, ouça outro carente em síndrome de abstinência
e feliz 2004 ;^)
síndrome de kikos marinhos
você já se sentiu um…. kiko marinho?
aliás… você se lembra dos kikos marinhos? ou esse trauma infantil foi sabiamente bloqueado pela sua memória, poupando-o para sempre da dor e vergonha?
se você é novo demais pra lembrar ou se também caiu nessa, ouça um candidato a fóssil struggling for life