um amigo humorista dizia sempre: pra quem tem platéia nova, toda piada é inédita 🙂
nesse nosso ofício, vivemos tão cercados por novidades que nem percebemos que algumas idéias não são tãããããããão novas assim. Colaboração, por exemplo. Ou regras que garantam a saúde de uma comunidade.
ouça algumas lembranças sobre idéias com roupa nova mas que nasceram de homens sem roupa: índios, gregos…
geral
senhores passageiros
qual a peça mais crítica de um avião? eu não titubeio: é o trem de pouso.
projetos no digimundo são assim, também: fazê-los decolar até que é fácil, mas mantê-los no ar e chegarmos são e salvos onde queremos é outra história.
ouça algumas considerações de quem já passou por turbulências, pousos forçados e muuuuuitos flans amarelos de origem alienígena
sendo chato em 3 dimensões
se você for ao cinema, hoje, não consegue mais distinguir o que é de verdade e o que é feito em 3D. Cenas de batalha, ogros, dragões, zilhões de figurantes… tudo em 3D.
pra completar a confusão, uma revista na banca anunciava “A internet agora é 3D!”
ouça alguns comentários sobre o quanto 3D pode ser plano, raso e chato se faltar profundidade… de idéias
perdas e danos
fotos de verdade amarelam, livros de verdade as traças comem, vídeos de verdade emboloram…
o bom do digimundo é que tudo é for ever young: nada envelhece, tudo se reproduz alegremente, é um shangri-lá perpétuo.
isso até você perceber que num piscar de olhos, teu patrimônio digital, tuas memórias mais queridas viram fumaça. ou nem isso.
se o conteúdo do teu HD é um patrimônio afetivo, um investimento emocional, ouça algumas reflexões de quem já enterrou alguns dados mortos