atenção: essa é uma idéia incompleta, inacabada, cheia de buracos. eu se fosse você não me aventuraria a montar o quebra-cabeças. é mais seguro deixá-la assim, desconjuntada.
ouça um meio-pensamento sobre essa nossa mania de construir castelos com base em um punhado ou dois de areia
renedepaula
Serra, sampa, e a emergência
a cidade começou o ano com pé direito: o novo prefeito recomendou aos seus assessores que… fizessem lição de casa e lessem um bom livro, “vida e morte das grandes cidades”.
ouça alguém que não leu, mas adora qqer livro sobre vida urbana, emergência e a teoria do vidro quebrado
a gente somos barroco
diálogo não é coisa fácil, ainda mais quando o assunto é sério.
por um tempo imaginei que na hora do diálogo nós, brasileiros, todos capoeiristas: roda, dá pirueta, gira, e fica difícil saber quando vem uma porrada ou não.
hoje penso diferente: a gente “somos” barroco.
ouça um desabafo neo-realista de quem se perde em curvas e desvios dos tête-à-tête nacionais.
sem medo de ter medos
eu tenho medo de um monte de coisas. medo de me ferir, medo de ferir outras pessoas, medo de abelha, medo de perder meus dados, medo de perder pessoas…
medo é natural. medo, em verdade, é útil.
e no digimundo? devemos ter medos ou não?
ouça quem não tem medo de dizer que não sabe bem o que fazer com medos de usuários.