qual a peça mais crítica de um avião? eu não titubeio: é o trem de pouso.
projetos no digimundo são assim, também: fazê-los decolar até que é fácil, mas mantê-los no ar e chegarmos são e salvos onde queremos é outra história.
ouça algumas considerações de quem já passou por turbulências, pousos forçados e muuuuuitos flans amarelos de origem alienígena
renedepaula
sendo chato em 3 dimensões
se você for ao cinema, hoje, não consegue mais distinguir o que é de verdade e o que é feito em 3D. Cenas de batalha, ogros, dragões, zilhões de figurantes… tudo em 3D.
pra completar a confusão, uma revista na banca anunciava “A internet agora é 3D!”
ouça alguns comentários sobre o quanto 3D pode ser plano, raso e chato se faltar profundidade… de idéias
perdas e danos
fotos de verdade amarelam, livros de verdade as traças comem, vídeos de verdade emboloram…
o bom do digimundo é que tudo é for ever young: nada envelhece, tudo se reproduz alegremente, é um shangri-lá perpétuo.
isso até você perceber que num piscar de olhos, teu patrimônio digital, tuas memórias mais queridas viram fumaça. ou nem isso.
se o conteúdo do teu HD é um patrimônio afetivo, um investimento emocional, ouça algumas reflexões de quem já enterrou alguns dados mortos
como fazer direito o que é torto
diplomas te dão direito a várias coisas: cela especial, ser chamado de dotô e sobretudo o direito a usar proparoxítonas 🙂
enquanto a gente delira com racionalidades e com lógicas mil, eu pergunto: quem dá conta do que não é racional?
ouça algumas palavras tônicas sobre um desafio pessoal: não ser impessoal