ontem, numa mesa-redonda na PUC, um dos presentes disse algo como “essa tecnologia toda nos afasta da vida real: vivamos o presente, a vida concreta, física, a experiência tangível de estar no mundo”.
hmmmmm…. será?
ouça uma resposta tardia de quem acredita que, dos desenhos nas cavernas ao SMS, o que fizemos foi inventar maneiras de sermos ainda mais humanos
renedepaula
nós pisamos em ovos sempre?
quem é mais velho certamente conviveu com gente engajadíssima, que arriscou a pele por revoluções de todo tipo e tamanho. eu me lembro (sem muita saudade, admito) dos entusiastas das radios piratas, lutando pela democratização dos meios de comunicação, etc.
ok, agora até eu tenho minha própria rádio, por assim dizer, e mais um montão de gente também.
ouça alguém que cresceu embalado por revoluções mas que hoje vê muita… guinadas de 360 graus 🙂
nossa teia 2.0
demorou, mas finalmente a história de usarmos o termo web começa a fazer sentido para mim: agora somos capazes de criar nossas próprias teias.
ouça alguém muito feliz de que no digimundo hoje todos podem ser homem-aranha
defina internet
toda hora falo aqui em digimundo, internet, web… mas quem disse que a “minha” internet se parece com a “tua”?
ouça algumas reflexões de quem precisa se aventurar pra além do seu digimundinho