sua mãe não sabe tudo o que você faz, nem a minha. seu patrão não conhece o teu “lado B”, e você sabe mais ou menos o que deve contar e o que deve esconder da sua vida pessoal.
melhor dizendo… você sabia. hoje as coisas estão fora do teu controle. faça uma busca por aí com o teu nome pra ver, e prepare-se para o susto 🙂
ouça uma digressão que começa gótica, fica moderna e acaba nesse salada digital onde você está exposto no úRRRtimo.
renedepaula
o rio que me perdoe, mas…
cariocas que admiro e invejo, me contem: é impressão minha ou filmes sobre o Rio têm sempre uma câmera girando, luz estourada, baticum ao fundo, uma edição hipnótica e gente meio fora de si? o Rio é tão complicado assim ou eu é que sou paulistano demais?
anyway… quando você ouve alguns gurus falarem de internet não é diferente: tudo é muito complexo, impenetrável, louco, imprevisível…
será que é mesmo?
ouça esse modesto tagarela admitir que se sente num jogo de cabra-cega quando lê ou escuta sumidades do digimundo
ó abre-alas
quanto mais eu fico “sênior” (pra não dizer velho) eu me dou conta que a internet é, clichês à parte… uma criança. e vai continuar assim por um bom tempo.
é só ver: o que mais “bomba” na internet brazuca são coisas no mínimo… joviais.
ouça um não-carnavalesco abrindo alas pro bloco dos usuários perpetuamente adolescentes 🙂
usuários: lambuzai-vos!
tem duas propagandas na TV que mostram crianças soltas se sujando de terra, se enlameando todas, felizes da vida.
vocês viram?
uma diz que sujeira é bom, a outra diz que sujeira é inevitável mas com um bom sabonete ninguém fica doente.
e na internet? devemos deixar o usuário se lambuzar inteiro ou obrigamos o cara a ser limpinho o tempo todo?
ouça uma reflexão matinal de quem acha que o maior sucesso da internet é o playground.