rich experience nem sempre é rich media

tenho um livro de poemas na minha cabeceira, e o releio sempre. poucas palavras, poucas linhas, mas bons poemas são experiências sempre renovadas, sempre ricas.
o que torna uma experiência rica no digimundo? rich media? ou… relevância? qual o caminho para o coração do usuário, imergi-lo em sensações ou dar entrelinhas para que ele as preencha?
ouça uma reflexão em voz alta sobre user experience, imaginação e respeito à sensibilidade alheia

nunca nada é tudo

pena que pra falar a gente não precisa de uma carteira de habilitação, senão poderíamos multar quem fala “todo”, “tudo”, “sempre”, “nada” a torto e a direito. eu conheço vários infratores contumazes.
generalizações são uma tentação quase irresistível, eu confesso, e eu me policio muitíssimo para não cair nessa armadilha.
ouça uma dica ociosa de alguém em férias mas que não descansa quando o assunto é… comunicação.