psicólogos e acadêmicos, tremei. vou me arriscar a mais um delírio que invade as praias de um monte de gente séria 🙂
minha tese é simples: tecnologia funciona quando tem gosto de vingança. vingança contra o tempo, contra a distância, contra a saudade…
ouça uma elocubração ainda embrionária sobre user experience, usabilidade, arquitetura de informação e o lugar certo onde colocar o desejo
renedepaula
sabedoria das massas?
aqui e ali surgem livros e artigos e debates sobre inteligência coletiva, wisdom of the crowds, técnicas preditivas baseadas em interações sociais abertas, etc etc etc.
ainda não tive tempo de me aprofundar, mas isso não me impede de sugerir que você ouça uma reflexão pedestre sobre ibope, sucesso, colaboração e… gente
o que me vem pela frente… que venha pela frente :)
ok, talvez uma história como essa, pessoal e quase confessional não interesse a ninguém. ou sim. e se você tiver o mesmo receio que o meu, receio de ficar de escanteio a qualquer momento?
well, você me diz se fez algum sentido pra você ouvir minhas inseguranças sobre ter ou não o que é preciso pra esse ofício que muda a cada 5 minutos 🙂
e o que eu faço… agora?
se você quiser saber como vai ser o futuro, é fácil: basta perguntar aos gurus de plantão sobre a web 3.0, a web 4.0, o homem do ano 3000…
difícil mesmo é que te digam… o que fazer a-go-ra.
ouça uma reflexão rápida sobre Da Vinci, futurologia e… como ensinar o caminho das pedras passo a passo.