sim, sim, falei graMa e não graNa. grama, gramado, jardim… estava na hora de falar de coisas mais floridas e fecundas 🙂
estava eu lendo sobre como os gramados impecáveis viraram uma marca registrada da paisagem norte-americana e me caiu uma ficha: a hora que percebermos que todos nós temos um “gramado” online, vamos zelar melhor por ele, pela saúde da internet, pela colaboração online…
ouça uma reflexão solta sobre comunidades online, colaboração, ervas daninhas e urbanismo digital
renedepaula
o lado B da web 2.0: nem tudo que rima dá poesia
estava ouvindo ontem o Jason Calacanis e ele mencionou algo interessante: o fato de algo ser tecnologicamente simples e fácil e óbvio e factível (copiar arquivos, publicar globalmente,etc) não significa que seja necessariamente bom ou viável ou desejável ou promissor. existe um descompasso perigoso nessa história, e achar que o que é digital não tem limites tem lá suas limitações
ouça um pouco de prosa a respeito do verso e reverso das nossas idéias mais poéticas
o lado B da web 2.0: blog corporativo não pode ser puxadinho
essa idéia me ocorreu num estalo, hoje. no meio de uma apresentação alheia, aliás. e náo me contive e compartilhei minha teoria no ato. só depois que vi que fui precipitado e a idéia merecia ser melhor explicada.
vamos lá: minha tese foi “o blog corporativo surge porque sites corporativos são ruins… e blogs corporativos são os puxadinhos corporativos”.
well, tive que me explicar depois. nada contra blogs corporativos… eu mesmo tenho blog na Microsoft. mas blogs corporativos podem dispersar conhecimento, dispersar o relacionamento e competir com a própria marca.
ouça alguns bons minutinhos de alerta sobre os riscos de comprometer a consistência da experiência da marca sem querer… querendo.
o lado B da web 2.0: ilusoes de etica
adorei o trocadilho do Max Goehringer na CBN: ilusões de ética. nessa nossa fase em que muita está fácil comprar um kit bem-bolado de “pareça-ético-e-2.0”, acho que vale a pena ouvir uma reflexão rápida sobre a superficialidade, percepção e a questão mais difícil de todas: como ser ético sempre