calma, calma, não estou insinuando que ficar na internet engorde ou nos deixe disformes, nada disso 🙂 estou preocupado é com saúde sim, mas saúde dos ambientes online.
como funcionam nossos anticorpos sociais? como, num ambiente online, reagimos quando entra alguém “de fora”?
ouça uma divagação saudável sobre como o excesso de “anti-corpos” pode enfraquecer a web 2.0 e torná-la doentia
renedepaula
uma questão filosófica: de qual filosofia estamos falando?
parodiando shakespeare, há mais filosofias entre o céu e a terra do que sonha nossa van misteriosa. por isso eu sempre, sempre estranho quando alguém diz que segue um caminho X por “uma questão filosófica”. e está encerrada a conversa.
ué, filosofia não é justamente debate, análise, entendimento? aliás… filosofia qual? tem tantas!
ouça uma vã filosofada entre a rua e a garagem sobre o que pensa quem diz estar pensando filosoficamente
o lado B da web 2.0: e quem está fora?
vou direto ao ponto:
- quem não está na web 2.0?
- quem está, afinal, na web 2.0?
duas questões que são incômodas, ao menos pra mim. afinal… nem todo mundo tem tempo pra N redes sociais e N twitters/jaikus/pownces/plurks. aliás… por que algumas pessoas têm tanto tempo assim pra isso? e quem são essas pessoas?
ouça aqui algo que eu adoraria que muita gente estivesse ouvindo, mas que não ouvem podcasts nem sabem o que é isso
o lado B da web 2.0: você está cercado
o George Orwell errou: não temos um Big Brother Watching You. temos uma multidão de little brothers seguindo você por toda parte.
tempos atrás, antes do que chamamos de web 2.0, voce podia fazer parte de um ou outro grupo online e pronto. e usar um ou outro messenger. em cada “lugar” desses você podia se comportar como lhe aprouvesse: mais formal em um, mais informal em outro, etc.
hoje alguém pode acompanhar o que você publica no twitter, no blog, em N comunidades, na TV, radio, etc… e por mais que em cada um você aja de uma maneira que te convém, as pessoas que fazem esse “buffet self-service” da tua vida online vão te cobrar… uma coerência impossível.
ouça um fragmento de pensamento de quem está convivendo dia a dia com diferentes mosaicos de si mesmo