2 thoughts to “the day after (ou: algo ainda falta)”

  1. Também senti essa falta.
    Tanto em sites quanto na televisão e no rádio, senti maior preocupação com o sensasionalismo e com espalhar o pânico do que com debater os fatos de maneira mais racional, ajudar os telespectadores/ouvintes/internautas a se precaver mas sem criar pânico. Notícias pipocavam de minuto em minuto, mas de um modo geral, senti que também não havia muita preocupação em estabelecer relações com os fatos e em explicar como as pessoas poderiam ajudar.

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