2 thoughts to “revolução na palma da mão”

  1. Olá, paz e bem!
    Parabéns pela reflexão… As pessoas assim como as organizações seguem um modelão que foi batizado de inovação disruptiva (Clayton CHRISTENSEN).
    No caso da tecnologia as classes A/B já são amplamente atentidadas (não pretendem/querem/podem abandonar essa margem) enquanto que as classes menos favorecidas buscam algo diferente… INOVAM!
    Correm atrás do novo e aí entra em cena esse conceito do CHRISTENSEN ou seja as classes D/E causam uma inovação disruptiva.
    O legal desses movimentos é que mostram/apontam outros caminhos que não são vistos pelos acadêmicos mas que são sentidos/intuidos pelas pessoas comuns em busca de solução para seus problemas cotidianos.
    Cara, acompanho e curto muito teus áudio-posts (têm uma puta qualidade meesssmooo!).
    é por aí, valeu!
    []s
    Leo
    Guarujá, SP-BR

  2. Gosteio muito do seu podcast ( com uma qualidade impecavel !) e concordo com você. Se as empresas que criam produtos voltado as consumo observassem o dia a dia , os hábitos das pessoas em geral. talvez lançassem produtos mais adequados a nossa realidade.
    Abraços

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