5 thoughts to “no pao nosso de cada dia pensai hoje”

  1. Faz muito sentido , gostei e pratico muito este tipo de “viagem”, ou exercício, hehe.
    Mas, seja um mero exemplo ou não, a questão do “Vou baixar um seriado”, que nos leva a outras frases como “Vou usar um Windows pirata” poderia ser muito mais desmiuçada e as conclusões muito diferentes.
    Exemplos:
    – Para qual objetivo estou baixando?
    — Comércio ilegal ou outros fins comerciais – Putz, vai mexer com o mercado, na qual a produtora do seriado faz parte e isso vai acabar com o interesse de mais produções, etc, como você mesmo disse.
    — Meu entretenimento e de meus amigos – Pô, o seriado vai se tornar cada vez mais popular desta maneira, a empresa poderá se aproveitar desta popularidade e criar novas fontes de renda como patrocínio ou produtos da série, beneficiando a si própria e contribuindo com o acesso à cultura no mundo.
    ((é um questãozinha bem complicada e que muito se discute, mas minha opinião é bem por aí. Vale para seriados, músicas, livros, e claro – softwares))
    Confesso que saí um pouco do cerne de seu post agora (a fuga do que parece explícito para a análise do que é pressuposto e implícito). Mas seu exemplo e, consequentemente, sua opinião sobre “pirataria” ou “acesso ilegal à cultura” me cutucou um pouco e resolvi deixar minha visão por aqui.
    Parabéns pelo excelente podcast!
    Abraços.
    ícaro Vinícius Torres Silva

  2. Cara, acho a iniciativa interessante quanto à reflexão das coisas aparentemente simples e que hoje são banais. Mas quando você entra no lance da indústria, sua opinião é pouco questionadora.
    Eu não tenho embasamento científico e nem referências históricas exatas para explicar ou apontar o motivo que gera esse lance da pirataria, que gera a aparente queda das mídias tradicionais que se consolidaram com a força do capitalismo, que gera essa cultura do “tudo grátis”, entre outros.
    Posso apenas falar como eu SINTO esses movimentos. Acho que é apenas uma reação natural da ação.
    A sua opinião quanto a isso está presa numa caixa da tradição dessas grandes corporações detentoras da mídia.
    Como você mesmo disse, devemos aplicar a reflexão sobre o “Eu vou comprar pão” – que pressupõe que “Existe uma economia monetária” porque “Eu tenho dinheiro” – também sobre o “Eu vou baixar um vídeo”. Mas e se você não tem dinheiro para comprar a série em DVD ou pagar TV a cabo com os canais mais divertidos? Hoje em dia só deixo de baixar música pela internet caso o artista venda o seu trabalho por um preço justo. Mas infelizmente as grandes gravadoras abusam do preço

  3. oi Insurgente 82 (esse nao é seu nome, imagino)
    lamento, mas tua visao de pirataria como recurso de quem nao tem recurso é lenda. em primeiro lugar: ha inumeras maneiras de se ter acesso a software. muitas escolas brasileiras tem um programa chamado Academic Alliance que permite aos seus alunos baixar um monte de softwares gratuitos. Programas de apoio ao jovem empreendedor (www.webspark.com), idem. e muita gente que pirateia misteriosamente tem grana pra comprar tenis bacana, player de mp3, celular moderninho, etc.
    discordo do seu ponto de vista sobre a humanidade inteira. se voce pensar no quanto todos os paises progrediram em qualidade de vida (saude, informacao, democracia) nos ultimos 30 anos, vai ver que a tecnologia teve um grande papel nisso tudo.
    eu te convido a pensar um pouco melhor sobre o tema e abrir os olhos pra N iniciativas bacanas de melhoria da sociedade atraves da tecnologia.

  4. Você não sabe de quem falo. Quem vc fala que “misteriosamente tem grana pra comprar tenis bacana, player de mp3, celular moderninho, etc” eu não conheço. Eu conheço quem compra tenis pirata, mp3 palyer xingling, celular “mp14” também xingling. é desses que me refiro.
    E aporveitando a sua mania de colocar inglês na fala

  5. meu caro, se teu discurso tivesse o minimo cabimento esse país estaria indo de vento em popa. mas nao está. voce está arrumando argumentos furados pra justificar crime. nao quero mais conversa contigo

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